segunda-feira, 20 de junho de 2016
VELHINHOS EM ALTA
O antigo Fusca é o usado fora de linha mais vendido no Brasil: o modelo teve, em fevereiro, 6.392 unidades negociadas, muito mais que muito carro novo!
Quem vê um Monza, Santana ou Fusca rodando pelas ruas pode achar que está diante de um carro de colecionador, de um dono apegado ao passado ou de alguém que não liga para carros mais atuais. Nada mais enganoso. Alguns desses velhinhos seguem firmes e fortes no mercado de usados.
De acordo com dados da Fenabrave, o Fusca é o modelo mais vendido entre os fora de linha no Brasil. E não estamos falando do atual Fusca, mas sim do antigo, o saudoso "besouro" lançado por aqui na década de 1950 e que parou de ser fabricado há exatos vinte anos, em 1996. No mês de fevereiro de 2016, o modelo teve nada menos que 6.392 unidades comercializadas, ocupando o 18º lugar no ranking de usados. É um número tão impressionante que ele vende mais que modelos bem mais novos, como Golf, City e HB20.
Em 33º colocado está o Ford Escort (que saiu de linha em 2003), com um total de 4.297 exemplares negociados em fevereiro. É mais do que o Focus, modelo que o substituiu. Figuram ainda entre os 50 carros usados mais negociados do mês modelo como Chevrolet Monza (com 3.340), Volkswagen Santana (2.714), Ford Pampa (1.555) e Chevrolet D20 (1.366).
Fonte:quatrorodas.abril.com.br
segunda-feira, 9 de novembro de 2015
9 picapes emblemáticas feitas no Brasil
O Brasil é um país apaixonado por picapes. Esta relação íntima começou nos anos 60, quando Chevrolet e Ford dividiam as atenções vendendo modelos originalmente projetados para os Estados Unidos. Uma nova era começou nos anos 80, quando a Fiat inaugurou o segmento de picapes leves - até hoje somos um dos poucos mercados consumidores deste tipo de utilitário. Atualmente, as picapes são dirigidas tanto por produtores rurais quanto por motoristas que passam a maior parte do tempo na cidade e usam a caçamba apenas para o lazer. Abaixo reunimos nove modelos que foram (ou ainda são) produzidos no Brasil.
Fiat 147 City
Fiat 147 City
Nossa primeira picape leve nasceu em 1979, poucos meses após ser apresentada no Salão do Automóvel do ano anterior. Baseada no 147, a 147 Pick-Up estreou com duas opções de motor (1050 e 1300) carregando 380 quilos além do motorista. Uma peculiaridade do modelo era a tampa traseira que se abria para a esquerda em vez de para baixo. A Pick-Up chegou a conviver com sua nova geração, rebatizada de 147 City, por dois anos. Saiu de linha em 1984.
Ford Pampa
Ford Pampa
A marca norte-americana reagiu rápido ao sucesso da 147 Pick-Up. Em 1982, a Pampa derivava do Corcel II lançado em 1977. A picape levava 600 quilos contando o peso do motorista e ganhou reforços na suspensão para suportar a carga. Em 1984, seu grande destaque era a oferta de tração 4x4, até hoje um caso atípico em picapes leves. A Pampa sobreviveu até 1994.
Volkswagen Saveiro
Volkswagen Saveiro
Batizada com o nome de uma embarcação muito popular no Nordeste, a Saveiro chegou em 1982 como terceira derivação do Gol, depois de Voyage e Parati. Tinha motor refrigerado a ar e capacidade de carga de 570 quilos incluindo o motorista. No ano seguinte estreava o conhecido AP-1600 refrigerado a água. Desde então, a Saveiro passou por duas reestilizações e outras duas gerações até chegar ao modelo que conhecemos hoje, apresentado em 2009.
Chevrolet Chevy 500
A GM precisava de uma concorrente para conter o avanço de VW Saveiro, Ford Pampa e Fiat City. Assim, ela aproveitou a plataforma da Marajó para lançar a Chevy 500 em 1983. A picape tinha um motor 1.6 a álcool com 75 cv e tração traseira, que a deixava valente nos lamaçais, mas atrapalhava o espaço da caçamba. A Chevy 500 resistiu até 1995, quando foi substituída pela Corsa Pick-Up.
Fiat Fiorino
Fiat Fiorino
O pioneirismo da 147 Pick-Up fez da Fiat referência no segmento de picapes leves. De 1988 a 1992, a picape derivada do Uno foi vendida como Uno Pick-Up. Posteriormente rebatizada de Fiorino Pick-Up, teve as versões Working (voltada para o trabalho pesado), LX e Trekking, estas duas últimas feitas com foco no lazer. Bem-sucedida, só deixou de ser fabricada para dar lugar à Strada.
Chevrolet S10
Chevrolet S10
Além de ser um marco para a GM Brasil, a S10 inaugurou um segmento inédito no país. A primeira picape média nacional estreou em 1995, um ano após seu reestilizada nos Estados Unidos, onde era classificada como picape pequena. A S10 brasileira, no entanto, tinha linhas mais arredondadas que sua "irmã" norte-americana. Duas reestilizações foram feitas nos anos 2000, deixando a S10 com visual cansado enquanto a concorrência lançava picapes mais modernas e bem-equipadas. Mas nem isso abalou o prestígio da veterana representante da Chevrolet, que não só sustentou a liderança como continua em primeiro lugar, especialmente com a chegada de uma S10 inteiramente nova em 2012.
Ford Courier
Ford Courier
Após quase três anos sem uma representante na categoria, a Ford lançou a Courier. Baseada no Fiesta apresentado em 1996, a picape tinha uma caçamba generosa em tamanho e capacidade de carga - com até 700 quilos, ela era a recordista do segmento. Inicialmente oferecida nas motorizações Endura 1.3 (60 cv) e 1.4 16V Zetec (89 cv), a Courier ganhou a nova frente do Fiesta em 2000. Com ela vieram uma suspensão recalibrada e o motor Zetec Rocam 1.6 (95 cv). Desde então a picape não sofreu nenhuma alteração significativa até sair de linha em 2013, deixando a Ford sem um produto para rivalizar com Strada e Saveiro.
Fiat Strada
Fiat Strada
Nenhuma picape leve atual consegue fazer sombra à Strada. Derivada do Palio, ela foi lançada em 1996 nas versões Working, Trekking e LX e com motores 1.5 (76 cv), 1.6 8V (92 cv) e 1.6 16V (106 cv). Em 2000 a picape conseguiu um feito histórico ao desbancar a VW Saveiro e assumir a liderança da categoria, onde permanece até hoje. Embora conserve o mesmo projeto há 15 anos, a Fiat soube reinventar sua picape e trouxe inovações como a carroceria de cabine estendida, o bloqueio do diferencial dianteiro (que também equipa a perua Weekend) e a inédita opção de cabine dupla, posteriormente incrementada com a oferta da terceira porta.
Chevrolet Montana
Chevrolet Montana
Embora nunca tenha conseguido ameaçar a liderança da Strada, a Montana conquistou seu espaço na história das picapes leves. Apresentada em 2003, ela agradou de cara pelas linhas esportivas inspiradas no Corsa vendido de 2003 a 2010. A caçamba tinha uma traseira mais alta e linhas ousadas, incluindo um inédito degrau lateral para facilitar o acesso. De tão criativa, a solução foi copiada pela Volkswagen na Saveiro lançada em 2009. A segunda geração da Montana surgiu em 2010 inspirada no Agile, mas o design polêmico do hatch não foi tão bem aceito na picape.
Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/
sexta-feira, 31 de julho de 2015
5 dicas imperdíveis para não detonar o motor de seu carro!
A má utilização de seu automóvel causa o desgaste prematuro das peças do motor. Conheça regras básicas para não ficar na rua e evite prejuízos.
1 - Não permita, de maneira nenhuma, que o motor trabalhe em rotações muito baixas. Andar a 40 Km/h em quarta marcha, por exemplo, representa uma carga muito forte para o motor.
2 - Nunca ultrapasse o limite exibido no conta-giros. Ir além da faixa vermelha do limite comprometerá a vida útil do motor e, em situações extremas, empenar válvulas, quebrar as bielas ou danificar o bloco do motor.
3 - Mesmo no inverno, não deixe o motor funcionando muito tempo para aquecer. A temperatura ideal é atingida mais facilmente com o carro em movimento. Basta dirigir com suavidade.
4 - Nunca abra a tampa do reservatório de água com o motor quente. Isso acaba despressurizando todo o sistema, gerando bolhas de ar que podem prejudicar a circulação da água e, em uma situação extrema, levar ao superaquecimento do motor.
5 - Os carros equipados com injeção eletrônica são mais sensíveis à água durante as lavagens. Por isso, evite limpar o motor com muita freqüência nos postos de abastecimento. A água sob pressão pode infiltrar nos terminais e sensores do sistema de injeção/ignição e bloquear o contato elétrico, impedindo o funcionamento.
Se a lavagem do motor for indispensável, em modelos com centrais eletrônicas instaladas dentro do cofre do motor, envolva-a com um plástico e não esguiche água sob pressão diretamente nestes componentes, evitando assim uma pane no veículo.
Fonte: http://www.motorclube.com.br/
Se a lavagem do motor for indispensável, em modelos com centrais eletrônicas instaladas dentro do cofre do motor, envolva-a com um plástico e não esguiche água sob pressão diretamente nestes componentes, evitando assim uma pane no veículo.
Fonte: http://www.motorclube.com.br/
quarta-feira, 29 de julho de 2015
Cuidado com barulhos irritantes na parte inferior do carro!
Tem escutado barulhos estranhos na parte de baixo do carro? Pode ser que o escapamento esteja se desmontando ou a suspensão pode estar danificada. Não adie o check-up e procure logo seu mecânico de confiança.
1 - Suspensão:
É necessária uma revisão, a cada 40.000 km, em eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas.
2 - Catalisador:
barulho de chocalho sob o carro, queda de rendimento ou aquecimento exagerado do motor são sinais de que não está funcionando.
3 - Escapamento:
É necessário que seja checado a cada 20.000 km, pois a ferrugem ataca de dentro para fora; quando está visível externamente é sinal de um avanço muito grande internamente.
4 - Amortecedores:
Devem ser trocados a cada 40.000 km.
Dicas importantes:
1 - Se o seu carro não possui protetor de cárter (reservatório no qual é guardado o óleo que lubrifica o motor), coloque-o. O cárter é muito vulnerável ao choque com lombadas e pedras e um rompimento coloca o motor em risco.
2 - Cuidado com buracos e pedras. Eles quebram ou provocam o desalinhamento da suspensão e entortam as rodas.
3 - Verifique se há vazamento no tanque de combustível.
4 - Olhe sempre o estado dos fixadores e das braçadeiras, as borrachas que seguram os canos e o silencioso, as quais podem lassear e se romper.
5 - Lave a parte inferior do seu carro apenas com água e sabão neutro.
Fonte: http://www.motorclube.com.br/
Fonte imagem: http://www.listadecarros.com/
É necessária uma revisão, a cada 40.000 km, em eixos, molas, rolamentos, pivôs, terminais, juntas homocinéticas, coxins, bandejas, batentes e buchas.
barulho de chocalho sob o carro, queda de rendimento ou aquecimento exagerado do motor são sinais de que não está funcionando.
É necessário que seja checado a cada 20.000 km, pois a ferrugem ataca de dentro para fora; quando está visível externamente é sinal de um avanço muito grande internamente.
Devem ser trocados a cada 40.000 km.
Dicas importantes:
Fonte: http://www.motorclube.com.br/
Fonte imagem: http://www.listadecarros.com/
Por que cuidar do sistema de escapamento do carro?
Quem já não andou pelas ruas e viu mais de um carro com o escapamento pendurado, quebrado ou furado? Afinal, por que é importante preservar essa peça?
O que é?
O sistema de escapamento do carro foi feito para reduzir os poluentes dos gases gerados na combustão interna do motor. Além disso, o sistema também ajuda a amortecer o barulho desses gases e a descarregá-los em um lugar conveniente no veículo.
Um sistema de escapamento consiste basicamente de: coletor, catalisador (faz o tratamento dos gases), silencioso (faz a absorção do som), e do sistema de tubulações que conectam estes componentes. Estas peças são geralmente fabricadas em aço de alta liga e o peso desse sistema pode variar entre 8 a 40 kg.
Combustão ideal e real
A combustão ideal e completa seria aquela que acontece em um combustível puro e que só produz apenas água (H2O) e dióxido de carbono (CO2). O CO2 é um componente natural da atmosfera e não é caracterizado como poluente, em relação aos gases de escapamento de veículos. No entanto, o aumento de seu volume na atmosfera é uma das causas do efeito estufa e das mudanças climáticas.
A combustão real é incompleta e, além de água e CO2, ela produz também gases tóxicos, entre eles o monóxido de carbono (CO), hidrocarbonetos (HC), óxidos de nitrogênio (NO2), oxidantes e particulados. Todas essas substâncias são altamente prejudiciais porque: reduzem a capacidade do ser humano absorver oxigênio no sangue, em altas doses podem provocar câncer, irritam as membranas mucosas, garganta e o trato respiratório, além de afetar a natureza provocando nevoeiros tóxicos e chuvas ácidas.
Cuide do escapamento
A importância do sistema de escapamento está relacionada principalmente à redução do lançamento desses gases tóxicos na atmosfera. Por isso a necessidade do sistema estar sempre preservado, com todas as peças e com ausência de perfurações. Além disso, o sistema de escapamento também mostra como anda a "saúde" do motor, pelo tipo de fumaça que expele.
Cuide também do motor
Se o motor não estiver bem, ele vai produzir uma fumaça mais tóxica ainda, que nenhum escapamento do mundo compensaria.
Veja a cor da fumaça
Por isso observe a cor do gás (fumaça) do escapamento. Ela pode sair branca, azulada ou preta. Se for branca, tudo bem, mas for azulada ou preta pode indicar problemas.
Fumaça azul pode ser excesso de óleo na câmara de combustão, gerado por óleo demais no cárter ou pelos anéis dos pistões desgastados que dão passagem ao óleo para a câmara de combustão. Fumaça preta pode indicar que o motor está queimando mais combustível do que deveria.
Em qualquer uma destas situações, leve o carro para uma oficina. Pois não há sistema de escapamento que dê jeito nessa fumaça...
Fonte: http://www.motorclube.com.br/
quinta-feira, 16 de abril de 2015
15 CURIOSIDADE SOBRE CARROS
fonte: http://www.motorclube.com.br/
quinta-feira, 9 de abril de 2015
FÁBRICA DA AUDI USA ROBÔS PARA MOVER CARROS
"Ray" é capaz de locomover automóveis de até 5,3 metros de comprimento
A Audi testa o sistema para robotizar a locomoção de veículos em sua fábrica, em Ingolstadt (Alemanha). Desde fevereiro, dois robôs transportam carros de forma independente da área de produção para o setor de armazenamento. Ali, eles colocam cada carro em seu lugar determinado, de acordo com os destinos de embarque.
“O transporte autônomo dos automóveis nos permite eliminar longas distâncias de caminhada para os nossos funcionários e melhorar a ergonomia do trabalho”, diz o Dr. Hubert Waltl, membro do conselho administrativo da Audi. “Sistemas como esse também têm o potencial de aumentar significativamente a eficiência dos rocessos.”
Por mais que a ideia de um robô humanoide capaz de dirigir seja fantástica, “Ray” é bem diferente disso. Ray é um robô de movimento livre e altamente flexível. Ele tem uma estrutura de seis metros de cumprimento por três de largura que usa sensores para determinar e se ajustar à posição e às dimensões de um carro. O robô, então, agarra cuidadosamente as rodas, erguendo o carro em até 10 centímetros. Um software de controle prevê, então, um espaço onde Ray estacionará o carro.
A ideia de utilizar os robôs veio da empresa Serva Transport Systems, rendendo uma nomeação para o prêmio German Founder Award, em 2013. Com esse processo, automóveis com até 5.3 metros de comprimento podem ser movidos rapidamente e armazenados temporariamente economizando espaço. Assim que há um número suficiente de carros disponíveis em nível de triagem para algum destino, o robô os leva até o local de embarque.
Fonte: http://caranddriverbrasil.uol.com.br/
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