segunda-feira, 25 de julho de 2016

seguro DPVAT

10 coisas que você precisa saber sobre o DPVAT;

1. O DPVAT é um seguro oferecido por um consórcio de 78 seguradoras administradas pela Seguradora Líder, uma empresa privada.

2. Estrangeiros também podem pedir indenização do DPVAT. O único requisito é que o acidente de trânsito tenha ocorrido em território brasileiro.

3. As indenizações são pagas individualmente para cada vítima e não há limite de vítimas a serem indenizadas em um acidente.

4. A indenização é paga independente de quantas vezes a mesma pessoa ou o mesmo veículo se envolveu em um acidente. Ou seja, é possível requerer outra indenização em sequencia se a vítima sofrer outro acidente pouco tempo depois.

5. Ao pagar o seguro DPVAT, 45% do valor é direcionado para o Sistema Único de Saúde (SUS) e 5% é direcionado para o Denatran, que deve investir esse dinheiro em campanhas de educação e conscientização no trânsito visando prevenir acidentes. Os outros 50% são destinados ao pagamento das indenizações e à administração das operações do DPVAT em todo o território nacional.

6. A categoria de ciclomotores – as populares “cinquentinhas” - passou a ser incluída na tabela do DPVAT em 2016 após entrar em vigor uma resolução do Contran que regulariza esses veículos.

7. Só dá direito à indenização casos de morte e invalidez permanente, ou seja, quando a funcionalidade do órgão ou do membro é afetada integralmente ou em parte. Por esse motivo, não são indenizadas lesões estéticas.

8. Comunicar falso acidente de trânsito para receber indenização do DPVAT é crime passível de prisão, podendo se enquadrar dependendo do caso nos crime de estelionato, falsidade ideológica e até formação de quadrilha.

9. O acidentado ou seu beneficiário pode determinar um procurador para fazer o pedido de indenização em seu nome. Contudo, isso não é necessário, podendo a própria vítima apresentar a documentação em um dos pontos de atendimento. Alguns agentes intermediários, como despachantes e advogados, cobram até 30% do valor recebido pela vítima.

10. Após apresentar toda a documentação, o acidentado recebe um número que identifica o pedido de indenização. Usando esse número, ele pode acompanhar o andamento do pedido pelo site ou pelo 0800 022 1204, recebendo informações sobre as etapas de análise.

Fonte: http://www.icarros.com.br/

sexta-feira, 22 de julho de 2016

Piloto automático

10 coisas que você precisa saber sobre piloto automático:




1. Tecnologia presente também em navios e aviões, o controlador de velocidade para carros foi criado pelo engenheiro norte-americano Ralph Teetor, com a primeira patente registrada em 1945 após 10 anos trabalhando para desenvolver o sistema.

2. O popular piloto automático já teve diversos nomes, entre eles Controlmatic, Speed-O-Stat, Touchomatic e Speedostat, até que finalmente virou Cruise Control.

2. Os primeiros carros a contarem com piloto automático foram os Chrysler New Yorker e Windsor e os Imperial - divisão de luxo da Chrysler - em 1958. A seleção da velocidade nesses modelos era feita girando um botão, com a promessa de economizar até 15% de combustível. Mas o pioneirismo durou pouco. Em 1960, todos os Cadillacs também traziam o sistema de fábrica.

3. O piloto automático hoje está presente como item de série, em geral, em modelos acima de R$ 50 mil. Contudo, ele pode ser encontrado como opcional com preços de até R$ 6.000. Há ainda a opção de instalar o equipamento avulso.

4. Não é recomendado utilizar o piloto automático em pistas escorregadias ou em estradas sinuosas devido ao risco de perder o controle do veículo.

5. Estudos feitos nos Estados Unidos apontaram que o piloto automático consegue reduzir em mais de 10% o consumo de combustível em uso rodoviário.

6. É mito que o piloto automático só serve nas estradas. Ele pode ser usado nas cidades, especialmente para limitar a velocidade máxima. Contudo, é importante lembrar que alguns modelos possuem uma velocidade mínima para poder acioná-lo, o que pode inviabilizar o seu uso em congestionamentos.

7. É possível apenas cancelar o piloto automático, sem desligá-lo. Por isso, fique atento se o sistema ainda estiver ativado sem estar em uso. Isso pode fazer com que ele entre em operação quando não for desejado. O ideal é sempre desligar o sistema quando este não estiver em uso.

8. Lembre-se de que você pode alterar a velocidade programada a qualquer momento, sem precisar desligar o piloto automático.

9. Para saber se o piloto automático está ligado e se a velocidade determinada foi salva, é preciso checar as luzes de indicação no painel de instrumentos. Todas as instruções constam no manual do proprietário.

10. O piloto automático também está presente em motos, ajudando a oferecer mais conforto em longas horas ao volante ao evitar movimentos repetitivos.

Fonte; http://www.icarros.com.br/

terça-feira, 5 de julho de 2016

Harley-Davidson é a marca mais amada do Brasil em 2016

Pela primeira vez a Harley-Davidson do Brasil é eleita como a marca mais amada do País, entre todas as empresas das 26 categorias do estudo realizado pelo Centro de Inteligência Padrão e produzido pela Officina Sophia. A marca foi ganhadora também na categoria Motos, como a fabricante de motocicletas mais amada do País.




Em relação à pesquisa de amostragem, foram realizadas cerca de 1.600 entrevistas nas principais regiões do País como São Paulo (capital e interior), Rio de Janeiro (capital), Belo Horizonte, região Sul e região Nordeste. A avaliação considerou as classes socioeconômicas A, B e C e foi composta por homens e mulheres, entre 18 a 59 anos.

Segundo a metodologia de inteligência adotada na pesquisa, o amor pelas marcas foi avaliado levando em consideração uma escala de 0 a 10, em que 10 era o nível máximo, com peso 2, enquanto qualquer outra nota tinha peso 1. Este ano, para qualquer marca permanecer no ranking, foi necessário que pelo menos 150 pessoas respondessem à pesquisa e qualquer número abaixo foi motivo de desclassificação.

De acordo com a Officina Sophia, 33% dos cerca de 1.600 entrevistados estava na faixa etária de 25 a 34 anos e e 30% eram de 35 a 44 anos. A maior parte dos respondentes, 30%, estava localizada em São Paulo (SP).

Segundo o Centro de Inteligência Padrão, foram consideradas cinco dimensões para a realização da pesquisa. São elas “qualidade do produto”, “identidade aspiracional” (o que a marca ajuda a pessoa a parecer ser, mesmo que ela não seja), “humana”, que é a capacidade de humanização da marca (respeito com os seus funcionários e clientes), “conexão emocional do indivíduo com a marca” e “feita para mim”, que é a capacidade de personificação da marca para cada consumidor.

“Ao contrário do resultado constatado na edição anterior do estudo, que apontou o crescimento das marcas de luxo entre as mais amadas, este ano nós podemos observar a melhora da qualidade de produtos nacionais e, consequentemente, uma maior procura por estas marcas”, explica o idealizador do estudo e especialista internacional em relações de consumo e varejo, Roberto Meir.

Em seus 112 anos de história, a Harley-Davidson tornou-se mais do que uma fabricante de motocicletas. Hoje, a marca é uma lenda do motociclismo e sinônimo de um estilo de vida único, disseminado pelas Américas, Europa, Ásia, África e Oceania. A companhia produz motos Custom, Cruiser e Touring, além de oferecer uma completa linha de peças, acessórios, equipamentos, vestuário e produtos licenciados, por meio de suas mais de 1.500 concessionárias distribuidas pelo mundo.

“Os nossos clientes buscam diferenciação e compartilham dos principais atributos da marca, que são a liberdade, atitude e irmandade. Além disso, realizamos eventos anuais, como Harley Days e National H.O.G. Rally, responsáveis por manter a ótima relação da marca com seus principais clientes e entusiastas da marca. Nossos clientes são os mais apaixonados do mundo e tudo isso nos credencia como a verdadeira lenda do motociclismo”, ressalta Flávio Villaça, gerente de Marketing, Produto e Relações Públicas da Harley-Davidson do Brasil.

Em sua trajetória de sucesso, a Harley-Davidson apresenta inovações em motocicletas para que seus consumidores, apaixonados pela marca, desfrutem da melhor experiência sobre duas rodas. Algo que começou como um sonho de jovens rapazes de Milwaukee (EUA) e se transformou em uma lenda mundial do motociclismo.

Fonte: http://autopista.com.br/


segunda-feira, 27 de junho de 2016

OS FUTUROS CLÁSSICOS

Carros clássicos são mais que carros antigos. Têm mais de 30 anos, mas são tratados a pão-de-ló e mantidos em condições corretas do ponto de vista histórico. É uma classificação que, entre os nacionais, hoje cabe aos primeiros VW Gol, Fusca, SP2, Chevrolet Opala, Fiat 147, DKW Belcar e Fissore, por exemplo. Mas uma nova safra está a caminho: em quatro anos, carros do início dos anos 1990 já poderão ter placa preta (reservada a clássicos a partir dos 30 anos) e há muitos modelos que têm potencial para serem disputados no futuro, desde que estejam originais e em bom estado de conservação.

Gustavo Tostes, presidente do Veteran Car Club Rio de Janeiro e diretor regional da Federação Brasileira de Veículos Antigos, diz que séries limitadas e versões esportivas são as que mais valorizam com o passar do tempo. Estima-se que alguns dos carros mostrados abaixo podem valorizar em até 50% ao completarem três décadas. Desde que estejam impecáveis.

Foi assim com Ford Maverick GT, Chevrolet Opala SS e Dodge Charger; e tende a ser assim com os VW Gol GTS e GTI, Kadett GSI, Fiat Uno 1.6R e alguns dos primeiros carros que chegaram ao país após a abertura das importações, em 1992.

CHEVROLET KADETT GS/GSI

Lançado em 1989, o Chevrolet Kadett tinha desde o início a versão esportiva GS, com rodas de alumínio, para-choques exclusivos, aerofólio e motor 2.0 a álcool de 110 cv. Em 1991 veio o GSI, com injeção eletrônica e 121 cv. Se um bom GS vale cerca de R$ 20 mil, os GSI mais íntegros podem chegar a R$ 30 mil. O conversível sai mais caro.



CHEVROLET MONZA S/R

Lançado em 1985, o Chevrolet Monza S/R já está com um pé entre os clássicos. Tinha motor 1.8 com carburador duplo e 106 cv (10 cv a mais), câmbio mais curto e suspensão firme, além de rodas de alumínio, frisos vermelhos e belos bancos esportivos Recaro. Carros em bom estado custam hoje entre R$ 18 mil e R$ 30 mil.



HONDA CIVIC COUPÉ

A quinta geração do Civic foi a primeira importada, a maioria dos EUA. Entre as diversas versões, as mais queridas são o hatch VTi, o targa Del Sol e o Coupé, todos com motor 1.6 VTEC. São queridos por preparadores, que elevam seu preço acima dos R$ 52 mil. Os originais custam entre R$ 17 mil e R$ 40 mil




VOLKSWAGEN GOL GTI 16V

Pode-se dizer que qualquer Gol GTI é clássico, mas nada supera o GTI 16V, lançado em 1995. Seu motor 2.0 16V de 141 cv era importado da Alemanha e obrigava o capô a ter uma bolha para ser acomodado. O câmbio manual era o mesmo do Audi A4. Custam hoje de R$ 21 mil até R$ 28 mil, no caso do G3, lançado em 2000 com 153 cv.



FIAT UNO 1.6R

Primeiro carro turbo nacional, o Fiat Uno Turbo já tem vaga certa entre os futuros clássicos, mas é muito mais caro que o 1.6R, que também tem potencial. Lançado em 1990, tinha motor 1.6 de 88 cv nas versões a álcool e 93 cv após 1993, quando ganhou injeção eletrônica. Hoje, custam entre R$ 7 mil e R$ 11 mil.







Fonte: http://caranddriverbrasil.uol.com.br/


terça-feira, 21 de junho de 2016

10 coisas sobre PLACA PRETA

Conheça detalhes do que é obrigatório para que seu veículo seja condecorado com a exclusiva placa preta!



Para quem é fã de carros antigos, conseguir a permissão para portar uma placa preta é uma vitória, já que o item é desejado por muitos colecionadores. Entretanto, obter o reconhecimento não é fácil. Os órgãos responsáveis, como o DENATRAN (Departamento Nacional de Trânsito) exige uma série de documentos antes de permitir que um veículo antigo circule por aí com a placa preta. O iCarros listou para você dez coisas sobre a placa preta que vão te ajudar na hora de tirar a licença:


1- É preciso se submeter à avaliação de um clube credenciado pelo DENATRAN ou pela FBVA (Federação Brasileira de Veículos Antigos). Será necessário, antes que o órgão emita a nova placa, uma aprovação prévia de um clube que comprovará se o veículo em questão atende a uma série de exigências para emitir uma aprovação que se chama Certificado de Originalidade.

2- Somente veículos com mais de 30 anos podem tirar a placa preta, ou seja, somente carros fabricados antes de 1981. Por exemplo, um modelo como o Delorean DMC-12 pode tirar a placa preta no Brasil a partir deste ano, desde que seja do primeiro ano de fabricação do modelo (exatamente 30 anos).

3- É necessário que o carro que será avaliado para receber a placa preta conserve os itens originais. Como muitas peças de carros antigos não são mais fabricadas, a maioria dos clubes exige que 80% das peças originais estejam no veículo.

4- Estar em bom estado. Não adianta apenas chegar com um modelo com as peças originais, mas em péssimo estado. Os clubes e o DENATRAN exigem um estado de conservação mínimo de 70%. O carro não pode apresentar muitas partes sem pintura ou enferrujadas.

5- O veículo tem de estar limpo na hora da inspeção. Um carro sujo é considerado item desclassificatório. Limpe bem seu modelo, incluindo a tapeçaria.

6- Mantenha a cor original do veículo. Cores que não existiam na versão original não são permitidas, assim como detalhes como adesivos, letreiros e logos.

7- Não é necessário ter itens de segurança que não são originais de fábrica. Por exemplo, se o modelo não vinha com cinto de segurança, não é preciso colocar um para ser aprovado pelo DENATRAN. Inclusive a placa preta dispensa dos veículos itens obrigatórios para carros de passeio convencionais, como extintores de incêndio.

8- Saiba onde fazer. Apesar da obrigação de serem credenciados pelo DENATRAN, os clubes que fazem as avaliações têm alguns critérios diferentes uns dos outros, inclusive o preço da emissão do certificado. A maioria dos clubes exige uma filiação antes de emiti-lo.

9- Modificações mecânicas são desclassificatórias. Não é permitido mexer no motor, por exemplo, que deve ser todo original. Por isso, grande parte dos veículos com placa preta não tem uma quilometragem muito alta.

10- Seu veículo passa a ser considerado de coleção, portanto, cuide bem dele. Após ganhar o Certificado de Originalidade de um clube e ter sua placa preta emitida pelo DENATRAN, o conselho é continuar a conservar com cuidado seu carro. Não há prazo de validade para a placa preta, nem vistorias posteriores, portanto a responsabilidade sobre o modelo é do dono. Lembre-se que o objetivo não é deixar um carro velho e sem condições andando pelas ruas, mas, sim, preservar a história.

Fonte: http://www.icarros.com.br/

segunda-feira, 20 de junho de 2016

VELHINHOS EM ALTA

O antigo Fusca é o usado fora de linha mais vendido no Brasil: o modelo teve, em fevereiro, 6.392 unidades negociadas, muito mais que muito carro novo!
Quem vê um Monza, Santana ou Fusca rodando pelas ruas pode achar que está diante de um carro de colecionador, de um dono apegado ao passado ou de alguém que não liga para carros mais atuais. Nada mais enganoso. Alguns desses velhinhos seguem firmes e fortes no mercado de usados. De acordo com dados da Fenabrave, o Fusca é o modelo mais vendido entre os fora de linha no Brasil. E não estamos falando do atual Fusca, mas sim do antigo, o saudoso "besouro" lançado por aqui na década de 1950 e que parou de ser fabricado há exatos vinte anos, em 1996. No mês de fevereiro de 2016, o modelo teve nada menos que 6.392 unidades comercializadas, ocupando o 18º lugar no ranking de usados. É um número tão impressionante que ele vende mais que modelos bem mais novos, como Golf, City e HB20. Em 33º colocado está o Ford Escort (que saiu de linha em 2003), com um total de 4.297 exemplares negociados em fevereiro. É mais do que o Focus, modelo que o substituiu. Figuram ainda entre os 50 carros usados mais negociados do mês modelo como Chevrolet Monza (com 3.340), Volkswagen Santana (2.714), Ford Pampa (1.555) e Chevrolet D20 (1.366). Fonte:quatrorodas.abril.com.br

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

9 picapes emblemáticas feitas no Brasil

O Brasil é um país apaixonado por picapes. Esta relação íntima começou nos anos 60, quando Chevrolet e Ford dividiam as atenções vendendo modelos originalmente projetados para os Estados Unidos. Uma nova era começou nos anos 80, quando a Fiat inaugurou o segmento de picapes leves - até hoje somos um dos poucos mercados consumidores deste tipo de utilitário. Atualmente, as picapes são dirigidas tanto por produtores rurais quanto por motoristas que passam a maior parte do tempo na cidade e usam a caçamba apenas para o lazer. Abaixo reunimos nove modelos que foram (ou ainda são) produzidos no Brasil.

Fiat 147 City


Nossa primeira picape leve nasceu em 1979, poucos meses após ser apresentada no Salão do Automóvel do ano anterior. Baseada no 147, a 147 Pick-Up estreou com duas opções de motor (1050 e 1300) carregando 380 quilos além do motorista. Uma peculiaridade do modelo era a tampa traseira que se abria para a esquerda em vez de para baixo. A Pick-Up chegou a conviver com sua nova geração, rebatizada de 147 City, por dois anos. Saiu de linha em 1984.

Ford Pampa


A marca norte-americana reagiu rápido ao sucesso da 147 Pick-Up. Em 1982, a Pampa derivava do Corcel II lançado em 1977. A picape levava 600 quilos contando o peso do motorista e ganhou reforços na suspensão para suportar a carga. Em 1984, seu grande destaque era a oferta de tração 4x4, até hoje um caso atípico em picapes leves. A Pampa sobreviveu até 1994.

Volkswagen Saveiro


Batizada com o nome de uma embarcação muito popular no Nordeste, a Saveiro chegou em 1982 como terceira derivação do Gol, depois de Voyage e Parati. Tinha motor refrigerado a ar e capacidade de carga de 570 quilos incluindo o motorista. No ano seguinte estreava o conhecido AP-1600 refrigerado a água. Desde então, a Saveiro passou por duas reestilizações e outras duas gerações até chegar ao modelo que conhecemos hoje, apresentado em 2009.
Chevrolet Chevy 500

A GM precisava de uma concorrente para conter o avanço de VW Saveiro, Ford Pampa e Fiat City. Assim, ela aproveitou a plataforma da Marajó para lançar a Chevy 500 em 1983. A picape tinha um motor 1.6 a álcool com 75 cv e tração traseira, que a deixava valente nos lamaçais, mas atrapalhava o espaço da caçamba. A Chevy 500 resistiu até 1995, quando foi substituída pela Corsa Pick-Up.

Fiat Fiorino

O pioneirismo da 147 Pick-Up fez da Fiat referência no segmento de picapes leves. De 1988 a 1992, a picape derivada do Uno foi vendida como Uno Pick-Up. Posteriormente rebatizada de Fiorino Pick-Up, teve as versões Working (voltada para o trabalho pesado), LX e Trekking, estas duas últimas feitas com foco no lazer. Bem-sucedida, só deixou de ser fabricada para dar lugar à Strada.

Chevrolet S10



Além de ser um marco para a GM Brasil, a S10 inaugurou um segmento inédito no país. A primeira picape média nacional estreou em 1995, um ano após seu reestilizada nos Estados Unidos, onde era classificada como picape pequena. A S10 brasileira, no entanto, tinha linhas mais arredondadas que sua "irmã" norte-americana. Duas reestilizações foram feitas nos anos 2000, deixando a S10 com visual cansado enquanto a concorrência lançava picapes mais modernas e bem-equipadas. Mas nem isso abalou o prestígio da veterana representante da Chevrolet, que não só sustentou a liderança como continua em primeiro lugar, especialmente com a chegada de uma S10 inteiramente nova em 2012.

Ford Courier


Após quase três anos sem uma representante na categoria, a Ford lançou a Courier. Baseada no Fiesta apresentado em 1996, a picape tinha uma caçamba generosa em tamanho e capacidade de carga - com até 700 quilos, ela era a recordista do segmento. Inicialmente oferecida nas motorizações Endura 1.3 (60 cv) e 1.4 16V Zetec (89 cv), a Courier ganhou a nova frente do Fiesta em 2000. Com ela vieram uma suspensão recalibrada e o motor Zetec Rocam 1.6 (95 cv). Desde então a picape não sofreu nenhuma alteração significativa até sair de linha em 2013, deixando a Ford sem um produto para rivalizar com Strada e Saveiro.

Fiat Strada

Nenhuma picape leve atual consegue fazer sombra à Strada. Derivada do Palio, ela foi lançada em 1996 nas versões Working, Trekking e LX e com motores 1.5 (76 cv), 1.6 8V (92 cv) e 1.6 16V (106 cv). Em 2000 a picape conseguiu um feito histórico ao desbancar a VW Saveiro e assumir a liderança da categoria, onde permanece até hoje. Embora conserve o mesmo projeto há 15 anos, a Fiat soube reinventar sua picape e trouxe inovações como a carroceria de cabine estendida, o bloqueio do diferencial dianteiro (que também equipa a perua Weekend) e a inédita opção de cabine dupla, posteriormente incrementada com a oferta da terceira porta.

Chevrolet Montana


Embora nunca tenha conseguido ameaçar a liderança da Strada, a Montana conquistou seu espaço na história das picapes leves. Apresentada em 2003, ela agradou de cara pelas linhas esportivas inspiradas no Corsa vendido de 2003 a 2010. A caçamba tinha uma traseira mais alta e linhas ousadas, incluindo um inédito degrau lateral para facilitar o acesso. De tão criativa, a solução foi copiada pela Volkswagen na Saveiro lançada em 2009. A segunda geração da Montana surgiu em 2010 inspirada no Agile, mas o design polêmico do hatch não foi tão bem aceito na picape.

Fonte: http://quatrorodas.abril.com.br/